Muita loja escala uma campanha com ROAS 4 vendendo justamente os produtos de pior margem e depois estranha o lucro não ter mudado. Feed e dado de margem resolvem isso, e são as duas coisas que quase ninguém trabalha.
Quase sempre no feed e no relatório, não no criativo.
No Shopping e no Performance Max, a qualidade do feed decide para quais buscas você aparece, muito mais do que o lance. Título ruim e atributo faltando limitam o teto antes de qualquer otimização.
Enviando receita mas não margem, o lance persegue faturamento. Um SKU de alta receita e margem baixa parece campeão até você olhar o extrato.
Sem estrutura e sem exclusão de marca, o PMax gasta boa parte da verba recomprando cliente que já voltaria sozinho, e reporta isso como receita nova.
Busca de marca converte muito bem e converteria de qualquer forma. Misturada, ela infla o número geral e esconde se a aquisição está funcionando.
Feed e mensuração primeiro, escala depois.
Antes de escalar qualquer coisa, o dado precisa estar certo. GA4 e Tag Manager auditados e refeitos quando necessário, conversões deduplicadas, CAPI da Meta quando se aplica, e importação de conversão offline para o algoritmo otimizar por receita e não por preenchimento de formulário.
Títulos, atributos, GTIN, disponibilidade e rótulos personalizados estruturados para o Shopping e o PMax te encontrarem nas buscas certas. Costuma ser o trabalho de maior retorno na conta.
Onde a sua plataforma permitir, margem ou lucratividade por produto devolvida como valor de conversão, para o lance perseguir lucro e não faturamento.
Tráfego pago morre em página ruim. Eu construo e itero as páginas para onde as campanhas apontam, então o caminho de conversão é um sistema só, em vez de dois fornecedores culpando um ao outro. Escopo fechado, ligado às campanhas, não é criação de site aberta.
Um painel no Looker Studio ligado à sua conversão real, mais uma leitura escrita do que mudou e por quê. Sem planilha de 40 abas e sem 'as impressões subiram' como manchete.
Marca e não-marca sempre reportados separados. Se algum fornecedor te mostra um ROAS único e misturado, peça para separar.
Prefiro mostrar a mistura real a inventar case: um trabalho com número público verificável e um cargo longo em que posso falar de escopo, mas não de percentual.
Cerca de US$ 20 mil por mês em Google Ads, num mercado com CPC entre US$ 45 e US$ 80.
Senior Paid Media Manager, liderando estratégia e time em setor regulado.
Passo pela conta, pelo rastreamento e pelo caminho de conversão e te digo o que está realmente quebrado. Você recebe o diagnóstico trabalhando comigo ou não.
Rastreamento, conversões e estrutura são arrumados primeiro. Otimizar em cima de dado errado só deixa você confiantemente errado.
Campanhas, textos, públicos e landing pages montados em torno de como o seu comprador busca de verdade.
Otimização semanal contra a métrica que importa para o seu negócio, com leitura mensal escrita do que mudou e do que vem a seguir.
Conteúdo longo sobre este tema, no blog.
Sim. O que importa menos é a plataforma e mais se ela exporta dado em nível de produto e aceita rastreamento decente. Shopify e Nuvemshop são diretas, VTEX costuma exigir mais trabalho inicial.
Geralmente sim, mas com estrutura: exclusão de marca, grupos de recursos organizados e segmentação por produto. PMax como campanha única costuma levar crédito por demanda que já era sua.
Se você conseguir exportar margem por produto, dá. É uma das mudanças de maior impacto disponíveis e pouquíssimas lojas no Brasil fazem.
Economia de e-commerce costuma precisar de algo a partir de R$ 15 a 20 mil por mês para o dado sustentar decisão confiante. Abaixo disso, correção de feed e rastreamento ainda ajudam muito, mas gestão contínua fica difícil de justificar.
Um formulário curto rende mais que uma call de descoberta longa. Me dá o básico e eu volto com uma leitura honesta de se consigo ajudar, normalmente em até um dia útil.
Prefere já marcar um horário? Agendar uma call.