Para consultório ou clínica de psicologia, presencial ou online: eu planejo e opero anúncios no Google e na Meta que levam à primeira sessão agendada. Sem promessa, sem depoimento de paciente e sem mandar para a plataforma o motivo de quem procurou ajuda.
Marketing para psicólogos é o que faz um consultório ser encontrado por quem procura terapia. A minha parte é a paga: anúncio no Google e na Meta, página de destino da campanha e medição do agendamento.
Quase ninguém pesquisa psicólogo por curiosidade: a pessoa decidiu buscar ajuda e escolhe pelo que lê em poucos segundos. E o Código de Ética tira da mesa depoimento, promessa e preço em destaque. Sobra aparecer na busca certa, dizer com clareza quem você atende e facilitar o primeiro contato. Instagram orgânico e conteúdo diário não fazem parte do meu trabalho.
| Busca | O que a pessoa quer | O que eu faço |
|---|---|---|
| "psicólogo perto de mim" | Atendimento perto de casa ou do trabalho | Campanha local e Perfil da Empresa em ordem |
| "psicólogo para ansiedade", "terapia de casal" | Quem atende o tema ou o público dela | Campanha por especialidade, com página do tema |
| "terapia online" | Atendimento por vídeo, sem depender da cidade | Campanha separada, de alcance nacional |
| "crise de ansiedade o que fazer" | Informação, ainda sem escolher profissional | Fora da campanha de agendamento |
Publicidade de psicólogo tem regra escrita, e ela vale para anúncio, post impulsionado e página de destino.
A base é o art. 20 do Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP nº 010/2005), que vale para a divulgação dos serviços por quaisquer meios, mais o dever de sigilo do art. 9º:
| Regra | Onde está | O que muda na campanha |
|---|---|---|
| Nome completo, CRP e número de registro | Art. 20, alínea a | Nome e CRP na página, no Perfil da Empresa e em toda peça. Em clínica, cada profissional com o seu |
| Só títulos que possui e técnicas reconhecidas pela profissão | Art. 20, alíneas b e c | "Especialista" só com o título correspondente |
| Preço do serviço não é forma de propaganda | Art. 20, alínea d | Valor, desconto e "primeira sessão grátis" fora do anúncio |
| Sem previsão taxativa de resultados | Art. 20, alínea e | O anúncio descreve o atendimento, não o desfecho |
| Sem autopromoção em detrimento de colegas | Art. 20, alínea f | Nada de "o melhor psicólogo da cidade" |
| Sem divulgação sensacionalista | Art. 20, alínea h | Sem urgência artificial nem "últimas vagas" |
| Sigilo sobre quem é atendido | Art. 9º | Nenhum depoimento de paciente. Resposta a avaliação no Google sem confirmar que a pessoa foi atendida |
Valor da sessão. Informar o preço junto com modalidade e duração é diferente de usá-lo como chamariz. É a leitura do guia sobre o que a resolução do CFP permite no marketing para psicólogos, e é como eu trabalho: valor, se você quiser, só na página e sem destaque.
Terapia online. A regra hoje é a Resolução CFP nº 9/2024, que revogou a nº 11/2018 (a do cadastro no e-Psi) e deixa o psicólogo responsável pela divulgação feita por meios digitais. Dúvida sobre um caso específico vai para o seu CRP.
Quem valida a mensagem clínica é você. Eu escrevo dentro dessas regras.
Quem clica num anúncio de psicólogo diz algo sobre a própria saúde mental.
O paciente que marca costuma chegar pela busca. O Instagram ajuda a ser lembrado.
| Canal | Papel | Cuidado |
|---|---|---|
| Google Ads (pesquisa) | Quem já decidiu procurar psicólogo. Primeiro canal da verba | Negativas desde o primeiro dia: vaga, concurso, estágio, curso, salário e "gratuito" |
| Perfil da Empresa no Google | Mapa em "psicólogo perto de mim", para quem atende num endereço | Nome real, sem palavra-chave. Em clínica, o local tem perfil próprio e o do profissional usa só o nome dele |
| Meta Ads (Instagram e Facebook) | Ser lembrado na cidade por quem ainda não está pronto | Texto sem presumir condição de saúde. Impulsionar post não é campanha |
| Performance Max | Pesquisa, mapas, YouTube e display numa campanha só | Só com agendamento medido e volume. Mais para clínica que para consultório individual |
Na maior parte dos consultórios: Perfil da Empresa e pesquisa com a medição certa primeiro, Meta depois.
Presencial é disputa local: raio da cidade ou do bairro, anúncio com localização e Perfil da Empresa trabalhando junto. Quem mora longe não vira paciente, então eu não pago o clique dele.
Online muda o concorrente: psicólogos do país inteiro e plataformas de terapia de verba grande. O que funciona é recortar por abordagem, público e tema, numa campanha separada da presencial, com orçamento e relatório próprios.
Valor do paciente. Terapia é recorrente: o valor de um paciente novo é o das sessões que ele faz, não só o da primeira. É esse número, mesmo aproximado, que diz quanto dá para pagar por uma primeira sessão. Sessão avulsa ou pacote, particular, reembolso ou convênio entram na conta e no formulário. Pacote vira valor de conversão, nunca desconto no anúncio.
Eu meço quem marcou, quem compareceu e quem seguiu, não clique nem seguidor.
O contato chega por WhatsApp, ligação e agenda online. Cada porta vira uma conversão no Google Ads e na Meta, configurada no GA4 e no Google Tag Manager, sem contar a mesma pessoa duas vezes:
No WhatsApp, uma mensagem inicial diferente por campanha mostra a origem sem perguntar nada pessoal. Quando a agenda, o sistema do consultório ou uma planilha guarda o identificador do clique, devolvo ao Google Ads o agendamento e o comparecimento como conversão offline, com valor, sem o motivo da consulta e com o consentimento em ordem, como explico em LGPD e rastreamento de conversão.
O relatório mensal mostra custo por agendamento e por primeira sessão realizada, comparecimento e marca separada de não marca.
Sem prova social, a confiança vem da clareza.
Psicólogos e clínicas de psicologia com agenda para preencher e alguém para responder no mesmo dia.
Ainda não é para quem quer anúncio com promessa, depoimento ou preço em destaque. Nem para consultório de verba pequena que prefere operar a própria conta: aí uma auditoria pontual rende mais.
Psiquiatria segue as regras do CFM e fica com a página de marketing médico e tráfego pago. Dúvidas gerais estão nas perguntas frequentes.
Não tenho caso público de psicologia com número verificável, e não vou inventar um. O que posso mostrar é de outro setor.
Serviço residencial nos Estados Unidos, não psicologia: cerca de US$ 20 mil por mês em Google Ads, com CPC entre US$ 45 e US$ 80. O que se aproveita para um consultório é o método: medição consertada antes de tudo, campanhas por tipo de serviço e lance automático só com dado de conversão confiável. O caso completo.
Abordagem, público, modalidade e como o contato chega hoje.
Se você já anuncia, conta, medição e página entram numa auditoria. Se não, olho Perfil da Empresa, página e busca na sua região.
Medição do agendamento, campanhas por modalidade e especialidade, textos dentro das regras do CFP.
Ajuste semanal e relatório mensal em agendamento e sessão realizada.
Preço: auditoria com preço fixo ou fee mensal fixo, mês a mês, sem fidelidade e nunca percentual da verba, cotado por escrito depois de uma conversa curta. Como funciona o preço.
Textos do blog sobre as regras do conselho, a medição e a busca local.
Pode, dentro do art. 20 do Código de Ética (Resolução CFP nº 010/2005): nome completo e CRP, só os títulos que você tem, sem preço como propaganda, sem prever resultado, sem se promover às custas de colegas e sem sensacionalismo.
O art. 20 veda usar o preço do serviço como forma de propaganda. Informar o valor como parte do atendimento é outra coisa, e o guia do blog trata isso como permitido. Eu deixo valor e desconto fora do anúncio, e o preço, se você quiser, fica na página, sem destaque.
Em publicidade, não. O sigilo profissional e as normas do CFP tratam esse uso como indevido, mesmo com depoimento espontâneo e sem nome. E a resposta a uma avaliação no Google agradece sem confirmar que a pessoa foi atendida.
Funciona, com campanha própria e recorte por abordagem, público e tema, porque a concorrência passa a ser nacional. A regra do atendimento por meios digitais é a Resolução CFP nº 9/2024, que revogou a nº 11/2018.
A plataforma recebe que houve agendamento ou comparecimento, com um valor, e nunca o tema da consulta. Dado de saúde é sensível na LGPD, então evento, endereço de página e formulário não carregam nada clínico.
No Google, não: a política de publicidade personalizada trata saúde como categoria sensível e não permite remarketing. Na Meta eu também não faço, porque perseguir quem leu sobre um sofrimento específico não combina com a profissão.
Duas contas: a verba de mídia, que depende da cidade e da concorrência, e a gestão, como auditoria com preço fixo ou fee mensal fixo, mês a mês, sem fidelidade e nunca percentual da verba. O valor sai por escrito depois de uma conversa curta.
Sim. Cada especialidade ou público vira uma campanha, cada profissional anunciado aparece com nome e CRP, e o relatório separa as agendas.
Não. Sou consultor independente: quem monta, opera e escreve o relatório sou eu. Se anunciar não fizer sentido para o seu consultório agora, eu digo isso na primeira conversa.
Um formulário curto rende mais que uma call de descoberta longa. Me dá o básico e eu volto com uma leitura honesta de se consigo ajudar, normalmente em até um dia útil.
Prefere já marcar um horário? Agendar uma call.