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Tráfego Pago B2B

Tráfego pago B2B medido em oportunidade no CRM, não em lead de formulário

Planejo e opero Google Ads e LinkedIn Ads para empresas que vendem para outras empresas. A conversão que a campanha persegue vem do seu CRM, não do formulário, para o algoritmo aprender a trazer quem vira reunião, proposta e contrato.

14+Anos de Experiência
1Pessoa na Conta
0%Da Verba Como Taxa
Em resumo

Os fatos, antes do texto

O que é
Tráfego pago B2B: Google Ads e LinkedIn Ads para empresas que vendem para empresas
Quem entrega
Diego Zietek, consultor independente (sem equipe de agência)
Plataformas
Google Ads, LinkedIn Ads, Meta Ads, Google Analytics 4 e Google Tag Manager
Para quem
Empresas B2B com time comercial, ticket alto e ciclo de venda longo
Mercados
Brasil, atendimento remoto em português
Preço
Auditoria com preço fixo ou retainer mensal sem contrato longo, cotado na primeira conversa. Como funciona o preço
Prova
Caso Mission AC & Plumbing
Contato
Enviar mensagem ou agendar uma call
Atualizado em
Definição

O que é tráfego pago B2B

Tráfego pago B2B é o uso de anúncios pagos, principalmente Google Ads e LinkedIn Ads, para gerar demanda e oportunidades comerciais em empresas que vendem para outras empresas.

A mecânica é a mesma do B2C: leilão, lance, anúncio e página de destino. O que muda é tudo em volta. Quem decide a compra é um grupo de pessoas, o ciclo entre o primeiro clique e o contrato leva semanas ou meses, e o público é pequeno o bastante para que cada clique errado pese no orçamento. Por isso uma conta B2B bem feita se mede em oportunidade e em custo por cliente, e não em custo por lead.

AspectoB2CB2B
Quem decideUma pessoa, muitas vezes na horaVárias pessoas: quem pesquisa, quem usa e quem aprova o orçamento
Tempo até a vendaMinutos a diasSemanas a meses
Volume de buscaAlto, com termos genéricosBaixo, com termos específicos de solução e de problema
Custo do cliqueVaria muito por setorTende a ser alto, porque o público é pequeno e disputado
Métrica que importaVenda e custo por aquisiçãoOportunidade, SQL (Sales Qualified Lead) e custo por cliente
Canal que costuma liderarMeta Ads, Google Shopping e pesquisaGoogle Ads em pesquisa e LinkedIn Ads
O Problema

Por que o lead barato costuma ser o pior lead em B2B

Contas diferentes, os mesmos cinco vazamentos.

Campanha otimizada por formulário

Quando a conversão é o envio do formulário, o algoritmo aprende a trazer quem preenche com facilidade: estudante, candidato a vaga, fornecedor oferecendo serviço. O custo por lead cai e o comercial não fecha nada.

Termo de pesquisa amplo demais

Em B2B a mesma palavra atende públicos diferentes. Quem busca "software de RH" pode ser comprador ou alguém procurando emprego numa empresa de software. Sem negativas e sem leitura semanal dos termos, a verba vai para o público errado.

LinkedIn com segmentação larga

O LinkedIn cobra caro pelo clique e só compensa quando o público é o comitê de compra certo: cargo, senioridade, setor e porte. Segmentação larga paga preço de B2B por audiência de B2C.

CRM que não devolve nada para o anúncio

Se o marketing não sabe quais leads viraram oportunidade, todas as campanhas parecem iguais no relatório. É a falha mais cara, porque invalida todas as decisões de lance.

Resposta lenta do comercial

Lead B2B esfria rápido. Quando ninguém responde no mesmo dia, a campanha leva a culpa de um problema que é de processo.

Os Canais

Onde cada canal entra no tráfego pago B2B

Nenhum canal resolve o B2B sozinho. Cada um faz um trabalho diferente no funil.

CanalPapel no B2BQuando faz sentidoCuidado
Google Ads (pesquisa)Captar quem já procura a solução ou descreve o problemaQuando existe busca pelo que você vende, mesmo que pequenaNegativas de vaga, curso, grátis e "o que é"; marca separada da aquisição
LinkedIn AdsAlcançar o comitê de compra antes da buscaTicket alto e lista clara de cargos ou de empresas-alvoClique caro: oferta, formulário e resposta do comercial prontos antes de ligar
Meta AdsRemarketing e reforço para quem já conhece a empresaVisitantes do site e contatos que já estão no CRMRaramente gera oportunidade sozinho em ticket alto
Microsoft AdvertisingComplemento de pesquisa em computador de trabalhoQuando a pesquisa no Google já está maduraVolume pequeno no Brasil: entra depois, não antes

Na maior parte das contas B2B que eu assumo, a ordem é esta: pesquisa no Google com a mensuração certa primeiro, LinkedIn quando a lista de contas e a oferta estão claras, Meta como apoio.

Mensuração

Do clique ao contrato: como eu meço tráfego pago B2B

É aqui que a maior parte das contas B2B perde dinheiro, e é por aqui que eu começo.

O funil que eu uso para medir tem seis etapas. As duas primeiras servem para diagnóstico, as quatro últimas decidem o lance:

  1. Clique e visita. Dado de plataforma, útil só para achar problema de anúncio e de página.
  2. Lead. Formulário, ligação ou agendamento. Conta, mas não decide lance.
  3. MQL. Lead que tem o perfil de cliente: cargo, porte e setor.
  4. SQL (Sales Qualified Lead). Lead que o comercial avaliou e aceitou trabalhar.
  5. Oportunidade. Reunião feita ou proposta enviada.
  6. Cliente e receita. Contrato assinado, com o valor.

Quando o CRM registra essas etapas, eu mando de volta para o Google Ads e para o LinkedIn Ads a etapa que decide o lance, normalmente SQL ou oportunidade, junto com o identificador do clique. Assim o algoritmo otimiza por quem vira venda, e não por quem preenche formulário. Funciona com qualquer CRM que guarde o identificador do clique: RD Station, HubSpot, Pipedrive, Salesforce ou até planilha, com integração nativa quando existe e envio recorrente de arquivo quando não existe.

Três cuidados antes de subir qualquer campanha: o identificador do clique precisa chegar ao CRM junto com o lead; cada etapa do funil precisa ter data; e o tratamento do dado pessoal precisa respeitar a LGPD, o que em B2B significa base legal clara e finalidade informada no formulário. Detalhei isso em LGPD e rastreamento de conversão no tráfego pago.

O relatório mensal mostra custo por SQL, por oportunidade e por cliente, com marca e não-marca separados, e o que mudou na conta. Clique e CTR aparecem só quando explicam alguma coisa.

Google Ads

Campanha por linha de solução

Cada produto ou serviço com ticket e ciclo diferentes vira uma campanha, com orçamento próprio. É assim que a empresa decide, então é assim que a conta precisa estar.

Termos de problema, de solução e de concorrente

O termo de solução ("sistema de ponto eletrônico para empresas") chega mais perto da venda. O termo de problema ("controlar horas extras da equipe") chega antes e costuma custar menos. O termo de concorrente pede cuidado com a mensagem e com a política do Google.

Negativas desde o primeiro dia

Vaga, emprego, salário, curso, grátis, download, PDF, "o que é" e "como fazer". Depois, a lista cresce com a leitura semanal dos termos de pesquisa.

Automação só com o dado certo

Lance automático e Performance Max entram depois que a conversão de SQL ou de oportunidade estiver chegando. Antes disso, a automação otimiza pelo lead mais fácil, que é o pior.

Marca separada da aquisição

Busca pela sua marca fica em campanha própria e nunca se mistura com a aquisição, para o relatório não parecer melhor do que é.

LinkedIn Ads

LinkedIn Ads para B2B: quando vale o clique caro

O LinkedIn é o único canal pago que segmenta por cargo, senioridade, setor e porte da empresa com precisão. Esse é o valor dele, e é também por isso que o clique custa mais.

  • Comitê de compra, não o setor inteiro. Quem aprova o orçamento, quem usa o produto e quem avalia tecnicamente, em públicos separados, com mensagem diferente para cada um.
  • Lista de contas quando ela existe. Com uma lista real de empresas-alvo, a campanha vira ABM (Account-Based Marketing). Sem lista, segmentação por atributos.
  • Formulário nativo ou página de destino. O formulário do próprio LinkedIn converte mais, e por isso só vale quando o comercial responde no mesmo dia. Oferta que precisa de contexto vai para a página.
  • Oferta proporcional ao estágio. Diagnóstico, demonstração ou conteúdo com dado próprio. "Fale com um especialista" raramente funciona para quem ainda não conhece a empresa.
  • Frequência controlada. Público B2B é pequeno e satura rápido. Criativo novo entra antes de o custo subir, não depois.
Página e Oferta

Página de destino e formulário: onde o B2B ganha ou perde a oportunidade

Anúncio bom com página genérica paga o clique e perde a conversa.

  • A página responde antes do formulário as três perguntas que o comitê de compra vai fazer internamente: o que é, para quem é e como é cobrado.
  • O formulário qualifica sem assustar. Nome, e-mail corporativo, empresa, cargo e porte: o suficiente para o comercial priorizar, sem virar interrogatório para quem está começando.
  • A promessa do anúncio aparece na página. Quem clicou em "integração com ERP" precisa ver integração com ERP no topo, não a página inicial.
  • O que acontece depois do envio está escrito. Quem responde, em quanto tempo e qual é o próximo passo. Isso reduz o contato que some depois de preencher.
Para Quem É

Para quem é, e para quem não é

Empresas que vendem para outras empresas, com time comercial e ciclo de venda longo.

  • SaaS e empresas de tecnologia com teste gratuito ou demonstração.
  • Serviços B2B com contrato: consultoria, logística, facilities, tecnologia e escritórios que atendem empresas, como contabilidade.
  • Indústria e distribuição, que têm uma página própria: tráfego pago para indústrias.
  • Fornecedores que vendem para clínicas, hospitais e laboratórios.

Não é para: quem vende para o consumidor final (para isso existe tráfego pago para e-commerce), quem não tem CRM nem alguém para responder lead no mesmo dia, e conta que quer volume de lead a qualquer custo.

Se a sua pergunta é mais ampla, sobre contratar um consultor em vez de uma agência, a página de consultoria de tráfego pago para empresas trata disso.

Prova

O que eu já rodei de fato

Tenho experiência prática em B2B SaaS e HR Tech, em marketing farmacêutico e, há cinco anos, num cargo sênior de mídia paga in-house na área da saúde. Nomes de clientes e números desses trabalhos não aparecem aqui, porque quem lê não teria como conferir.

Mission AC & Plumbing, Houston, EUA

Freelance · mai/2025 a fev/2026
44%Redução de CPA
60%Mais Leads Qualificados

O caso público com número verificável é de serviços residenciais, não de B2B, e está dito aqui para ninguém confundir. O que ele mostra é o método que eu aplico também no B2B: mensuração consertada primeiro, estrutura por linha de serviço e lance automático só com dado confiável. Cerca de US$ 20 mil por mês em Google Ads. O caso completo, com o que é e o que não é verificável.

Como Começa

Como começa o trabalho

1

Conversa e acesso

Uma conversa sobre produto, ticket, ciclo e CRM. Depois, acesso somente leitura às contas.

2

Diagnóstico

Mensuração, CRM, termos de pesquisa e estrutura. Se a conta já roda, isso vira uma auditoria com preço fixo.

3

Estrutura

Campanhas por linha de solução, conversão do CRM ligada e LinkedIn quando a lista e a oferta estiverem prontas.

4

Operação

Ajuste semanal e relatório mensal em SQL, oportunidade e custo por cliente.

Preço: auditoria com preço fixo ou retainer mensal sem contrato longo, cotados na primeira conversa. Nunca percentual da verba, então não existe incentivo para eu aumentar o seu orçamento. Como funciona o preço.

Glossário

Glossário rápido de tráfego pago B2B

MQL (Marketing Qualified Lead)
Lead com o perfil de cliente, antes de o comercial avaliar.
SQL (Sales Qualified Lead)
Lead que o comercial avaliou e aceitou trabalhar.
Oportunidade
Negociação aberta, com reunião feita ou proposta enviada.
Conversão offline
Etapa registrada no CRM e enviada de volta ao Google Ads ou ao LinkedIn Ads, com o identificador do clique.
ABM (Account-Based Marketing)
Anúncios direcionados a uma lista de empresas escolhidas, em vez de a um público amplo.
Comitê de compra
O grupo de pessoas que participa da decisão dentro da empresa cliente.
CAC
Custo de aquisição de cliente: tudo o que se gasta para conquistar um cliente, dividido pelo número de clientes.
Marca e não-marca
Buscas pelo nome da sua empresa separadas das buscas por solução, para a aquisição real aparecer no relatório.
Aprofundar

Guias relacionados

Conteúdo longo sobre B2B, mensuração e custo, no blog.

Perguntas Frequentes

Perguntas sobre tráfego pago B2B

Tráfego pago funciona para empresas B2B?

Funciona quando três coisas existem: busca pelo que você vende ou um público que dá para segmentar por cargo e empresa, uma oferta que faz sentido para quem ainda não conhece a empresa, e um CRM que devolve para a campanha quem virou oportunidade. Sem a terceira, o algoritmo otimiza pelo lead mais barato, que em B2B costuma ser o pior.

Google Ads ou LinkedIn Ads: qual é melhor para B2B?

Fazem trabalhos diferentes. O Google Ads capta quem já procura a solução, e por isso costuma ser o primeiro canal. O LinkedIn Ads alcança o comitê de compra antes da busca, e compensa quando o ticket é alto e a lista de cargos ou de empresas-alvo está clara. Na prática, eu começo pelo Google e adiciono o LinkedIn quando a mensuração já funciona.

Quanto custa fazer tráfego pago B2B?

São duas contas. A verba de mídia, que em B2B tende a ter clique mais caro porque o público é pequeno e disputado, e a gestão, que eu cobro com preço fixo na auditoria ou retainer mensal na operação, nunca como percentual da verba. Os valores saem na primeira conversa, a partir do tamanho da conta.

Quanto tempo leva para ver resultado em B2B?

Os primeiros sinais, como termos de pesquisa limpos e custo por lead qualificado, aparecem em semanas. A venda depende do ciclo comercial, que em B2B costuma durar meses. Por isso eu acompanho etapas intermediárias, como SQL e oportunidade, e não só o contrato fechado.

Você integra as campanhas com o meu CRM?

Sim. Envio para o Google Ads e para o LinkedIn Ads a etapa do funil que decide o lance, normalmente SQL ou oportunidade. Com integração nativa quando o CRM oferece, ou por envio recorrente de arquivo quando não oferece. O requisito é o CRM guardar o identificador do clique junto com o lead.

Qual a diferença entre MQL e SQL?

MQL é o lead que tem o perfil de cliente na visão do marketing. SQL (Sales Qualified Lead) é o lead que o comercial avaliou e aceitou trabalhar. Em B2B, otimizar a campanha por SQL em vez de por lead costuma ser a mudança com mais efeito na qualidade do que chega.

Você atende indústria?

Sim. Indústria tem uma página própria, porque a busca, o ciclo e os canais são diferentes: a página de tráfego pago para indústrias detalha esse caso.

Você é agência?

Não. Sou consultor independente: quem planeja, opera e escreve o relatório da conta sou eu, sem equipe júnior no meio. Se o seu time interno ou a sua agência vão executar, posso atuar só na estratégia e na mensuração.

Existe verba mínima para tráfego pago B2B?

Não existe um número fixo, mas existe uma conta: se a verba não paga cliques suficientes para gerar algumas oportunidades por mês, o algoritmo não aprende e a leitura vira achismo. Eu digo isso na primeira conversa, em vez de vender mesmo assim.

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